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Tomada de decisão: você não tem que fazer tudo certo

Nem sempre uma decisão é racional e nem sempre ela precisa ter uma explicação 100% clara. Basta ser autêntica e a gente assumir o risco de que ela pode ou não ser boa. São as suas decisões, e não suas condições, que determinam seu destino.
Decisão

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A maioria das pessoas têm medo quando se trata de tomada de decisão. Elas ficam paralisadas pelo medo de fracassar, pela falta de certeza, ou elas simplesmente se sentem sobrecarregadas e não sabem por onde começar.

Escolher uma profissão, a pessoa certa para casar, ter filhos cedo ou só depois de crescer na carreira, trocar ou não de emprego, abrir uma empresa ou fazer a viagem dos sonhos. É normal sentir insegurança antes de bater o martelo para algo que pode mudar a rota da vida. Além disso, não é fácil chegar à conclusão de que uma opção é a melhor entre duas ou entre muitas. Principalmente porque existe a possibilidade de se arrepender.

Nem sempre existe certo e errado na hora de tomar uma decisão. Muitas vezes são apenas possibilidades que podem nos levar para diferentes caminhos. Ainda assim, errar é o maior temor de muitas pessoas e por esse motivo elas relutam em arriscar. Mas não deveriam porque essa é uma das melhores formas de vencer a indefinição. Arriscar pode ser um modo de enfrentar o medo da escolha. Não é fácil porque significa ganhar ou perder, acertar ou errar. Mas é importante aprender lidar com os erros.

Por mais que você planeje, alguma coisa vai sair fora da rota, e você terá que ajustar. Não fique nesta de que: quanto eu tiver mais dinheiro, quando eu mudar de emprego, quando eu tiver mais tempo, quando a crise acabar.

É preciso parar de ter medo; é preciso parar de se preocupar com o fracasso. A única falha é não fazer uma escolha, ignorar algo que, inevitavelmente, você sabe que você precisa fazer. É nos momentos de decisão que o seu destino é traçado. Porque são as suas decisões, e não suas condições, que determinam seu destino.

Se você não escolhe, alguém escolhe por você, seja o seu chefe, marido, pai, mãe, filhos ou qualquer pessoa que tiver alguma influência em sua trajetória. A questão é que, ao não definir o rumo, você pode seguir para um lado muito diferente daquele que realmente gostaria.

Decidir comprometer-se com resultados de longo prazo em vez de reparos a curto prazo é tão importante quanto qualquer decisão que você fará em toda a sua vida. – Anthony Robbins

Como fazer escolhas difíceis

Agora que eu já expliquei a importância de tomar decisões, mesmo as decisões mais difíceis, vou compartilhar com você um processo de seis etapas que não só ajuda a tomar a melhor decisão possível, mas também reduz as chances de erro.

O processo é chamado ROC/ADR. Devo mencionar que tudo isso deve ser feito em papel, assim você não ficará dando voltas, se perdendo em pensamentos, criando cenários potenciais.

Veja como usá-lo:

  1. Seja claro sobre seus Resultados

Qual é o resultado que você espera obter? Por que você quer isso? Você deve ser claro sobre o seu resultado e sua ordem de importância. Lembre-se, as razões devem vir em primeiro lugar, as respostas em segundo lugar.

  1. Conheça as suas Opções.

Anote todas as suas opções, incluindo aquelas que inicialmente podem parecer improváveis. Lembre-se deste princípio: Uma opção é escolha. Duas opções é um dilema. Três opções é uma escolha. Anote todas as opções, mesmo que você goste delas ou não.

  1. Quais são as Consequências?

Quais são as vantagens e desvantagens de cada opção? O que ganha em cada opção e qual seria o custo para você?

  1. Avalie as suas opções.

Reveja cada uma das suas vantagens e desvantagens (consequências). Pergunte a si mesmo:

Quais os resultados são afetados?

Quão é importante para você (em uma escala de 0-10) cada vantagem/desvantagem em termos de cumprimento dos seus resultados?

Qual é a probabilidade (0-100%) de que a vantagem/desvantagem irá ocorrer?

Qual é o benefício emocional ou consequência se esta opção fosse realmente acontecer?

Depois de concluir esta etapa, você será capaz de eliminar algumas opções da sua lista.

  1. Diminua os danos.

Reveja as consequências das desvantagens para cada uma de suas opções restantes. Em seguida, pense em formas alternativas para eliminar ou reduzir essas desvantagens.

  1. Resolva

Com base nas consequências mais prováveis, selecione a opção que forneça a maior certeza de que você vá atingir seus resultados e/ou necessidades desejadas.

Escolha a melhor opção e fortaleça sua determinação para fazer o trabalho.

Decida que, não importa o que aconteça, esta opção irá dar-lhe uma vitória.

Projete seu plano de implementação e, em seguida, comece a colocar em ação.

Lembre-se:

É melhor tomar uma decisão e monitorar para ver se você precisa mudar a sua abordagem do que permanecer paralisado na indecisão.

Tomar uma decisão verdadeira significa se comprometer em atingir um resultado, e cortar qualquer outra possibilidade. Pense nisso!


Quer mais dicas sobre como lidar com os erros e com o medo de tomar decisões?

Sugiro você leia o e-book MINDSET – 16 passos para mudar a sua mente e alcançar resultados extraordinários. Baixe e aprenda como lidar com o medo de errar. Boa leitura!

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Katiane Vieira
Katiane Vieira

Escritora, palestrante e atitude e empreendedora social com foco em desenvolvimento sustentável. Seu objetivo é motivar as pessoas de todos os cantos do mundo a fazerem mais para que possam viver uma vida mais feliz, seja para obter mais benefícios de suas atividades diárias ou para viver uma vida cheia de emoções positivas e realizações únicas.

4 respostas

  1. Eu tinha duas opções de escolha, fiz uma escolha e pros que estão ao meu redor disseram q eu tomei a decisão errado.
    O que fazer agora?

    1. Olá Wander! Saiba que o que você está relatando é muito comum acontecer. Todos passamos por isso em aspectos e situações variadas. Difícil não é tomar uma decisão, difícil é mantê-la. Principalmente quando as pessoas mais próximas nos dizem que estamos errados. Na vida as pessoas reagem de formas diferentes às mesmas situações. Quando algo não estiver indo bem para você, reconheça que é você quem escolhe a forma como irá reagir diante da situação. Esta escolha é sua, e não das pessoas ao seu redor ou da situação em si. Pode ser que lá na frente você realmente chegue a conclusão que talvez não tenha sido a melhor escolha, entretanto, é muito melhor “um arrependido pelo o que fez, do que a frustração pelo que não fez”.

      A algum tempo atrás eu disponibilizei gratuitamente um e-book que fala precisamente sobre isso: Como descobrir se tomou a decisão certa e o que fazer quando cometer erros. São poucas páginas. É uma leitura rápida mas transformadora. O nome do livro é Mindset. Você poderá baixa-lo gratuitamente através deste link: https://katianevieira.com.br/livros/ Espero que lhe ajude! Abraços

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